RN E OUTROS 9 ESTADOS PASSAM A COBRAR 20% DE ICMS NAS COMPRAS INTERNACIONAIS

Foto: José Cruz/Agência Brasil

A alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado no recebimento de compras internacionais subirá de 17% para 20% a partir desta terça-feira (1º), em dez estados.

O aumento foi aprovado pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) em dezembro do ano passado. Cada estado ficou de decidir se aprova, ou não, o aumento.

Ao decidir pelo aumento, o Comsefaz argumentou que a nova alíquota também busca alinhar o tratamento tributário aplicado às importações ao praticado para os bens comercializados no mercado interno, “criando condições mais equilibradas para a produção e o comércio local”.

De acordo com o comitê, a decisão levou em conta as alíquotas modais já praticadas pelos estados.

O objetivo é garantir a isonomia competitiva entre produtos importados e nacionais, promovendo o consumo de bens produzidos no Brasil. Com isso, os estados pretendem estimular o fortalecimento do setor produtivo interno e ampliar a geração de empregos, em um contexto de concorrência crescente com plataformas de comércio eletrônico transfronteiriço”, disse o comitê.

A alíquota será aumentada nos estados do Acre, de Alagoas, da Bahia, do Ceará, de Minas Gerais, da Paraíba, do Piauí, do Rio Grande do Norte, de Roraima e de Sergipe. Na prática, a medida deve impactar compras feitas em sites internacionais.

Fonte: Novo Notícias

TREINADORA OBRIGAVA GINASTAS A TIRAREM A ROUPA COMO PUNIÇÃO POR ERROS, DIZ JORNAL

Foto: Getty Images/Christina Pahnke

Menos de uma semana após a demissão da treinadora Emanuela Maccarani, acusada de abuso psicológico contra atletas, o escândalo que cerca a ginástica rítmica italiana ganhou mais um capítulo. De acordo com o jornal La Gazzetta dello Sport, escutas telefônicas indicam que Julieta Cantaluppi, ex-técnica da Sociedade de Ginástica Fabriano e com passagem pela seleção nacional de juniores, teria obrigado atletas a tirarem a roupa como punição por erros.

Medalhista de bronze do individual geral em Paris-2024, Sofia Raffaeli estaria entre as vítimas. A conversa, com a acusação em questão, teria acontecido entre a auxiliar Olga Tishina e Natalia Nesvetova, diretora técnica da Ginástica Etrúria, no dia 17 de novembro de 2022. Segundo a publicação, o diálogo consta nos autos do processo contra Maccarani.

Com ela [Cantaluppi] tudo é muito pior. Com ela, há maus-tratos. Ela fazia Raffaeli e Serena Ottaviani lançarem o arco, e toda vez que não conseguiam fazer o lançamento, tinham que tirar parte de suas roupas. E no final, elas ficavam com roupa íntima”, disse Tishina.

Ainda de acordo com a auxiliar, os abusos não paravam por aí. Também como punição por erros, Cantaluppi isolava as ginastas: “Ela as trancava em um quarto pequeno e frio, sem telefones, sem nada, porque elas treinavam mal, ela as punia, elas sentavam no chão”.

A demissão de Maccarani foi anunciada na última quinta-feira, 27. Embora o motivo não tenha sido oficialmente divulgado, promotores da cidade de Monza pediram que a ex-treinadora vá a julgamento pelas acusações de maus-tratos contra atletas.

Segundo a Gazzetta dello Sport, os áudios contra Cantaluppi não levaram o processo para uma nova linha de investigação. Diferentemente de Maccarani, que foi diretamente citada por atletas, a ex-técnica não foi acusada pelas ginastas.

Fonte: Terra

ABALOS PRÓXIMOS À COSTA DO RN NÃO TRAZEM RISCO DE TSUNAMI, DIZ ESPECIALISTA

Foto: LabSis

Na semana passada, dois terremotos de magnitude superior a 6 na escala Richter foram registrados próximo ao litoral do Rio Grande do Norte. Os sismos – um deles de magnitude 6.1 e outro de magnitude 6.6 foram identificados pelo Laboratório Sismológico (LabSis) da UFRN na região conhecida como dorsal meso-oceânica, a menos de 1.000 quilômetros da área litorânea. Segundo Aderson Nascimento, coordenador do LabSis, não houve registros de que os tremores tenham sido sentidos pelos potiguares em terra. E a probabilidade de que isso aconteça, segundo ele, é muito baixa.

Nascimento explica que os tremores na região são comuns, embora que, muitas vezes, em intensidade menor. “Hoje mesmo [31 de março] já foram registrados cerca de 10 desses eventos, mas todos menores”, disse ele à TRIBUNA DO NORTE. Os abalos da semana passada, no entanto, chamaram atenção: um deles, de magnitude 6.1 foi registrado às 21h34 da quinta-feira (27 de março], a aproximadamente 42 km do arquipélago São Pedro e São Paulo e a 952 km de Natal; o outro, de magnitude 6,6 foi registrado por volta das 14h17 da sexta (28 de fevereiro) a menos de 3 km do epicentro do primeiro evento.

A intensidade dos eventos é suficiente, de acordo com o coordenador, para provocar efeitos (caso sejam sentidos fortemente em terra) como o colapso de construções. “Os impactos dependem muito da profundidade em que o tremor ocorrer, mas um efeito provável é a ruptura do solo e o colapso de prédios, a depender do tipo de construção”, explica. Apesar disso, Aderson Nascimento afirma que um abalo dessa magnitude dificilmente afetará os potiguares, visto que a região onde ele costuma ocorrer fica um pouco mais afastada da costa do Rio Grande do Norte.

Ainda por causa da localização, os tremores não representam um risco de tsunamis ou grandes ondas no litoral. “A sismicidade responsável por terremotos maiores se dá apenas nas proximidades da dorsal [meso-oceânica]. Se a gente analisa mais próximo à costa, praticamente não se detectam falhas com esse potencial. Então, o risco de que grandes abalos sejam sentidos em uma cidade como Natal é muito baixo”, pontua.

A região onde os fortes tremores foram identificados na semana passada é uma região de arquipélago, um local de abertura dos continentes africano e sul-americano. “Os abalos ali são naturais e ocorrem sempre que a energia acumulada é liberada”, falou Aderson Nascimento. Em outras ocasiões, ao contrário de agora, tremores registrados na costa potiguar foram sentidos em cidades do litoral.

Em 2022, dois episódios do fenômeno ocorreram na região de Touros. Em um deles, de acordo com o LabSis, o tremor foi de 3,7 graus na Escala Richter; em outro, a intensidade foi de 2,0 graus. Os abalos foram registrados em uma área a cerca de 40 km da costa. Moradores de Touros, de Maxaranguape e também da capital relataram ter sentido os tremores.

Fonte: Tribuna do Norte

ENTREGADORES FAZEM PROTESTO EM NATAL E COBRAM REAJUSTE NAS TAXAS DO IFOOD E OUTRAS PLATAFORMAS

Foto: Reprodução

Entregadores de aplicativos iniciaram uma paralisação nacional nesta segunda-feira (31) e seguem até terça-feira (1º), reivindicando melhores condições de trabalho e reajustes nas taxas de pagamento. O movimento ocorre em diversas cidades do Brasil, incluindo municípios da Região Metropolitana de Natal.

Em Natal, a paralisação contou com uma manifestação em frente ao shopping Midway Mall, na Avenida Nevaldo Rocha. Dezenas de entregadores participaram do ato. Em um momento do protesto, uma bandeira do iFood foi queimada em frente ao shopping.

A principal reivindicação dos entregadores é um reajuste nas taxas de entrega. Atualmente, o iFood, principal plataforma de entrega de comida, paga aos entregadores uma taxa mínima de R$ 6,50 ou R$ 1,50 por km rodado – o que for mais vantajoso para o entregador.

Os entregadores pedem que a taxa mínima seja reajustada para R$ 10 e que o valor por km rodado suba para R$ 2,50.

De acordo com Alexandre da Silva, presidente da Associação de Trabalhadores de Aplicativos por Moto e Bike de Natal e Região Metropolitana (ATAMB), a mobilização reivindica também melhores condições de trabalho. “Nos termos das plataformas, diz que elas dão suporte quando o entregador sofre um acidente, mas, na realidade, não tem. A gente tem que fazer vaquinha para conseguir ajuda para os trabalhadores”, afirmou.

Ele cita também as dificuldades enfrentadas pelos entregadores que utilizam bicicleta. “A gente que trabalha de moto já sente o cansaço, imagine a turma que pedala em Natal. No sol quente, pedalando, a saúde deles é atingida, o que acaba atrapalhando o ganho da categoria. Por isso, pedimos a redução da quilometragem mínima para 3 km.”

Os trabalhadores também denunciam a forma como as plataformas gerenciam os ganhos dos entregadores. “A plataforma cobra taxa de entrega de cada cliente, além de 27% sobre cada venda. Mas quando nos paga, passa o mínimo. Por exemplo, se eu fizer uma entrega de 8 km até Tirol, ela me paga de R$ 12 a R$ 15, mas cobrou de três clientes. Estamos parando justamente por essa situação, reivindicando melhorias e reajustes”, detalhou Alexandre.

Outra demanda dos entregadores é a criação de pontos de apoio e o fim do controle dos ganhos por algoritmos. “Não temos ponto de apoio. Precisamos que acabe a prática de demanda dupla e tripla, porque a plataforma faz esse controle e limita os ganhos dos entregadores. Se essa prática acabasse, teria entrega para todo mundo.”

O que diz o iFood

Em nota, o iFood cita o reajuste da taxa mínima de entrega, que subiu de R$ 5,31 para R$ 6,50 entre 2022 e 2023, além do aumento de 50% no valor pago por quilômetro rodado, que passou de R$ 1,00 para R$ 1,50. Em 2024, a plataforma implementou um adicional de R$ 3,00 para entregas agrupadas.

Segundo a empresa, o ganho bruto por hora trabalhada na plataforma é quatro vezes maior do que o valor do salário mínimo-hora nacional.

O iFood também ressaltou que oferece benefícios como seguro pessoal gratuito para acidentes durante entregas, planos de saúde, programas educacionais e suporte jurídico e psicológico para casos de assédio ou discriminação.

Por fim, a empresa pediu que a paralisação ocorra sem prejudicar o funcionamento dos estabelecimentos parceiros e respeitando a livre circulação da população. A companhia afirmou que seguirá aberta ao diálogo com os entregadores para buscar melhorias para o setor.

Fonte: Portal 98FM

JUSTIÇA SUSPENDE RESOLUÇÃO QUE AUTORIZA FARMACÊUTICOS A PRESCREVEREM MEDICAMENTOS

 

Foto: Agência Brasil

A Justiça Federal suspendeu nesta segunda (31) a resolução que autoriza farmacêuticos a prescrever medicamentos, incluindo aqueles que exigem receita médica. O Conselho Federal de Farmácia (CFF) ainda pode recorrer.

A decisão foi tomada após o Conselho Federal de Medicina (CFM) entrar com uma ação judicial para anular a nova resolução do CFF. A sentença tem caráter liminar, pois suspendeu os efeitos da resolução do CFF antes do julgamento definitivo da ação. A decisão é assinada pelo juiz Aalôr Piacini, da 17ª Vara Federal Civil da Justiça no Distrito Federal.

Em sua decisão, Piacini afirma que o “balcão de uma farmácia não é o local para se firmar um diagnóstico e tratamento de uma doença, sob pena do exercício ilegal da medicina“. O juiz determinou que o CFF divulgue a decisão em seu site e outros meios de comunicação institucionais sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

Na sentença, o juiz afirma que somente lei de iniciativa da União, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada poderia, em tese, após amplo debate com a sociedade, atribuir ao farmacêutico as iniciativas constantes da Resolução 5/2025 do Conselho Federal de Farmácia.

Resolução contestada

A nova norma do CFF foi publicada no Diário Oficial de 17 de março e passaria a valer a partir do mês que vem. Com a nova resolução, a prescrição de remédios que precisam de receita estaria restrita ao farmacêutico que possua Registro de Qualificação de Especialista (RQE) em Farmácia Clínica.

Com a publicação, a medida já havia gerado reações negativas de associações médicas, que questionam a capacitação dos farmacêuticos para a função e alegam que a atividade não faz parte do trabalho desses profissionais.

Na ação em análise na Justiça Federal, o Conselho Federal de Medicina (CFM) afirma que os farmacêuticos não têm “atribuição legal nem preparação técnica médica para identificar doenças, definir tratamentos e medidas para restabelecer a saúde de pessoas acometidas das mais diversas doenças”.

O que diz a regulamentação

Entre outros aspectos, a resolução CFF Nº 5 DE 20/02/2025 permitiria que o farmacêutico:

prescreva medicamentos (incluindo os de venda sob prescrição);

renove “prescrições previamente emitidas por outros profissionais de saúde legalmente habilitados”;

faça exame físico de sinais e sintomas, realize, solicite e interprete exames para avaliação da efetividade do tratamento.

Para isso, eles se basearam na licença que o farmacêutico tem de traçar o perfil farmacoterapêutico do paciente. Para o CFF, isso dá ao farmacêutico o direito de prescrever medicamentos e renovar receitas.

O g1 conversou com advogado Henderson Furst, especialista em Bioética e Professor de Bioética e Direito das Organizações de Saúde da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein. Ele explica que esse não é o entendimento legal.

“O perfil diz respeito a entender a reação entre medicamentos que aquele paciente toma. Por exemplo, a ginecologista passa uma medicação e o cardiologista outro. Esses médicos não se falam. Quando você vai comprar, o farmacêutico pode avaliar se há interação entre as medicações, se você deve voltar ao médico para rever. É muito mais sobre um reforço de cuidado com o paciente. Ela não pode, por exemplo, sinalizar a interação e trocar a medicação”, explica.

A resolução ainda permite que o farmacêutico:

Colete dados por meio da anamnese farmacêutica

Faça exame físico com a verificação dos sinais e sintomas

Realize, solicite e interprete exames para avaliação da efetividade do tratamento

A proposta do conselho é que o profissional faça algo parecido com uma consulta médica. A adoção de pronto atendimento em farmácias vem sendo ventilada no ramo, com uma das gigantes do segmento anunciando a proposta como parte dos seus planos futuros.

O advogado Henderson Furst explica que a regulamentação está tentando atender uma demanda de mercado, mas que há muitas lacunas legais.

“A proposta é que o farmacêutico atue como médico, mas não há legalidade nisso. É uma tentativa de entrar em um mercado, mas estamos falando de saúde. Se ele solicitar exames, como o plano médico vai aceitar um pedido? O SUS vai aceitar uma solicitação de exame feita na farmácia?”, questiona.

Ao g1, o CFF:

rebateu as críticas de entidades médicas, dizendo que a “prescrição terapêutica não é atividade privativa dos médicos”;

afirmou que a prescrição de medicamentos está “vinculada” aos farmacêuticos com registro de especialista;

que os farmacêuticos não podem prescrever medicamentos que possuam “notificação de receita, como os chamados de tarja preta”;

que a decisão está embasada na lei que regula a profissão e nas diretrizes curriculares do curso de farmácia.

O conselho ainda alega que há um reconhecimento do Ministério da Saúde, como com a prescrição de profilaxias pré e pós-exposição ao HIV (PrEP e PEP).

A prescrição de PrEP e PEP por farmacêuticos e enfermeiros é regulada por conselhos de classe, sendo estimulada pelo Ministério da Saúde como parte dos esforços de eliminação do HIV como problema de saúde pública no país e de ampliação do acesso aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) a estratégias de prevenção”, informou o conselho.

Antes, disputa judicial sobre prescrição

A nova resolução do CFF foi publicada poucos meses após uma decisão da mesma 17ª Vara Federal Civil da Justiça no Distrito Federal contra outra norma do CFF sobre o mesmo tema. Ou seja, esta é uma segunda tentativa.

A Justiça do DF declarou ilegal a resolução 586/2013 que permitia que farmacêuticos receitassem medicamentos e outros produtos que não exigiam prescrição médica. Ainda cabe recurso da decisão.

A resolução é mais um capítulo na disputa por espaço no mercado de saúde no Brasil, como o mercado de estética.

O que o advogado explica é que, como no caso dos procedimentos, a segurança do paciente é dada a ele como responsabilidade. “É o paciente quem vai ter que cuidar da sua segurança, quando essa questão deveria ser vista como saúde pública”, explica Furst.

Fonte: g1

INFORMAÇÕES PESSOAIS DE QUEM USA FOTO PARA CRIAR IMAGENS NO ESTILO GHIBLI PODEM ESTAR EM RISCO; ENTENDA

Foto: Reprodução

Os filmes do Studio Ghibli possuem um estilo de animação único que diverte milhões de pessoas, e, com a nova atualização do ChatGPT, as pessoas podem recriar suas imagens com esse estilo. Mas o que elas não sabem é que isso pode ser um risco, porque as informações ficam em algum lugar na web, e os criminosos podem usá-las para roubá-las.

Essas novas tendências geraram muita controvérsia, pois alguns concordam, enquanto outros acreditam que a inteligência artificial está abusando da propriedade intelectual do estúdio. Embora pareça inofensivo, isso chamou a atenção de muitos usuários, já que as redes sociais estão cheias dessas imagens no estilo Studio Ghibli, mas há um risco em criar essas fotografias com inteligência artificial.

Qual é o risco de manipular essas imagens?

O uso de fotos pode ser uma ameaça, pois milhões de pessoas contribuem com seus dados biométricos para diversas ferramentas de inteligência artificial. Como fazem isso de graça, eles não percebem que esses dados permanecem na web.

Mónica Vargas, mestra em Inteligência Artificial, explicou: “Quando o usuário utiliza essas ferramentas gratuitamente, o produto é o usuário, ou seja, seus dados são vendidos, por exemplo, para anunciar outros produtos. É por isso que você recebe coisas nas redes sociais associadas ao seu comportamento”.

Ao enviar essas imagens para a web, os dados biométricos faciais ficam mais vulneráveis ​​a ataques de roubo ou vazamento, facilitando o hackeamento de contas e representando um risco maior à segurança.

Os riscos aumentam quando fotos de crianças são publicadas, porque seus pais ou responsáveis ​​estão fornecendo informações. Às vezes, eles usam essas informações para ajudá-los a criar redes de pornografia. Este pode ser um caso extremo, mas é algo que precisa ser levado em consideração”, Vargas acrescentou.

Além disso, com o grande número de rostos enviados pela inteligência artificial, alguns cibercriminosos podem criar “impressões digitais mestras”, que combinam certas características comuns de várias pessoas ao redor do mundo, para quebrar métodos de segurança.

Fonte: Agora RN

PETROBRAS REDUZ PREÇO DO DIESEL EM R$ 0,17 A PARTIR DE 1° DE ABRIL

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (31) a redução de R$ 0,17 por litro no preço do óleo diesel A (utilizado na produção do óleo que chega aos consumidores). A diminuição de 4,6% passa a valer a partir de terça-feira (1º).

O anúncio foi feito pela presidente da estatal, Magda Chambriard, durante lançamento de um programa para aquisição de crédito de carbono, na sede da companhia, no Rio de Janeiro.
O novo valor do combustível vendido às refinarias será, em média, de R$ 3,55 por litro. De acordo com cálculos da empresa, considerando a mistura obrigatória de 86% de diesel A e 14% de biodiesel para composição do diesel B vendido nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará a ser de R$ 3,05/litro, uma redução de R$ 0,15 a cada litro de diesel B.

A última mudança no preço do diesel tinha sido em 1º de fevereiro, quando houve alta de R$ 0,22.

A Petrobras informou que, com o novo preço de abril, o diesel barateou R$ 0,94 por litro, representando recuo de 20,9% desde dezembro de 2022, quando houve a mudança de governo Bolsonaro para Lula. Considerando a inflação do período, a redução chega 29%, informou a estatal.
Magda Chambriard reforçou a defesa da política de preços da companhia, alterada em 2023. A atual política é considerada como “abrasileiramento” dos valores, pois leva em conta fatores como o custo da produção de petróleo no Brasil e a participação da Petrobras no mercado consumidor.

A intenção é não trazer para o consumidor brasileiro as flutuações bruscas dos preços internacionais e manter a estatal competitiva, para não perder mercado para concorrentes. “A gente olha preço a cada 15 dias”, afirmou a presidente.

“Se precisar subir, a gente sobe, se precisar descer, a gente desce. Neste momento, o que a gente está dizendo é: o abrasileiramento de preços de combustível no Brasil gerou uma economia relevante para a sociedade brasileira.”

Fonte: Agência Brasil

PREFEITO LULA SOARES ANUNCIA DETALHES DO LANÇAMENTO OFICIAL DO SÃO JOÃO DE ASSÚ 2025  

Foto: Reprodução

O prefeito Lula Soares recebeu, nesta segunda-feira (31), representantes da imprensa local para divulgar os detalhes do evento oficial de lançamento do São João do Assú 2025, a festa junina mais antiga do mundo. O evento de lançamento acontecerá na próxima segunda-feira, dia 7 de abril, às 19h, no Cine Teatro do Assú, com presença de autoridades locais e população. O evento será transmitido pelo canal do Youtube da Prefeitura do Assú.

Este ano, a tradicional festa será celebrada de 14 a 24 de junho e marcará os 299 anos do São João do Assú, um evento que une fé, tradição e, acima de tudo, muito amor pela cultura local. O prefeito Lula Soares destacou que a festividade não só é um marco cultural, mas também um grande impulsionador da economia da cidade. Com a chegada de turistas, hotéis, pousadas e restaurantes se tornam pontos de destaque, proporcionando uma injeção significativa de recursos na economia local.

Em 2024, pesquisa da Fecomércio apontou que o São João do Assú movimentou R$ 98 milhões, com todo o dinheiro circulando dentro da cidade e gerando um impacto econômico positivo para os comerciantes, prestadores de serviços e trabalhadores locais.

Estou contando os dias para o São João, assim como todo bom assuense. Convido a todos a acompanharem o nosso lançamento, seja presencialmente ou pelo conforto de suas casas, com a transmissão ao vivo pelo canal da Prefeitura do Assú no YouTube”, convidou o prefeito.

O evento de lançamento foi planejado para refletir a cara do Assú, com a presença de atrações culturais que destacam as nossas raízes e tradições, como as quadrilhas, apresentações musicais e a valorização da cultura local, um dos pilares da festa. A secretária de Cultura, Yamara Santos, e a secretária de Eventos, Delkiza Cavalcante, acompanharam o prefeito durante a coletiva e ressaltaram a importância de manter vivas as tradições, além de destacar o trabalho de organização de uma festa de grande porte.

A expectativa para o São João do Assú 2025 é de que a festa seja um sucesso ainda maior do que nos anos anteriores, celebrando a cultura, o desenvolvimento econômico e o amor pela cidade.

Fonte: Portal Radar RN

POR QUE ESSE É O MELHOR MOMENTO PARA AQUISIÇÃO DA CASA PRÓPRIA COM RECURSOS DO FGTS?


_Programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que utiliza recursos do FGTS, não sofreu reajustes nas taxas de juros dos financiamentos que são pré-fixadas entre 4% e 8%_

Os consumidores que sonham com a aquisição da casa própria, independentemente dos sucessivos aumentos da taxa Selic (atualmente em 14,25% ao ano), estão vivendo o melhor momento para realizar o sonho da compra da casa própria ao financiar seus imóveis pelo programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que utiliza recursos do FGTS. Importante ressaltar que as taxas desses financiamentos não sofrem reajustes e são pré-fixadas entre 4 e 8%, garantindo estabilidade aos consumidores do programa.

Segundo Thiago Ely, diretor executivo comercial da MRV&CO, outro facilitador para a compra do imóvel nesse momento são os programas estaduais embarcados no (MCMV), que estão complementando os subsídios já oferecidos pelo governo federal, tornando ainda mais acessível a realização do sonho da casa própria. “Essas iniciativas de alguns estados complementam as políticas nacionais ao considerar as particularidades de cada região, oferecendo subsídios e condições especiais de financiamento para atender os consumidores locais. Com isso, ajudam a reduzir o déficit habitacional, promovem a inclusão social e garantem que mais famílias conquistem a casa própria de forma acessível e segura “, destaca.

Ely lembra ainda que, sempre que há alta da inflação, os consumidores, que adquirem seus imóveis pelo programa MCMV, são beneficiados. Nas faixas mais baixas do programa, os juros podem ser negativos em termos reais, com taxas de 4% mais TR, enquanto a inflação gira em torno de 5% a 5,5% ao ano. Em um cenário de Selic alta, os reajustes de aluguel também ficam altos. Em 2023, o reajuste médio do aluguel foi de 16%, três vezes maior que a inflação, e em 2024, o aluguel teve reajuste médio de 13,5%, três vezes e meia o valor da inflação. “São inúmeros os argumentos que comprovam que esse é o melhor momento para aquisição de imóveis com funding do FGTS” ressalta o executivo.

No Rio Grande do Norte, muitas são as oportunidades de empreendimentos que podem ser adquiridos através do MCMV. A MRV, por exemplo, entregou esta semana 100 novas moradias no 4° módulo do Norte Plaza Residencial, no bairro de Pajuçara, zona norte de Natal, proporcionando uma mudança de vida para as famílias que sonham com a casa própria.

Ainda neste mês, a empresa lança mais um residencial em Natal, na região do bairro Potengi, com 288 unidades habitacionais, oferecendo o metro quadrado mais barato da área e descontos exclusivos de lançamento, além dos benefícios de até R$55 mil pelo MCMV.

“A MRV abraçou o propósito de construir sonhos e transformar vidas por meio da habitação pensada para entregar transformação e dignidade ao brasileiro, contribuindo para a redução desse número. E nosso novo empreendimento em Natal é uma excelente oportunidade para quem deseja sair do aluguel e realizar o sonho da casa própria”, comenta Renata Melo, Gerente Comercial da empresa no Rio Grande do Norte.

Setor que atua na habitação econômica tem registrado recordes em vendas líquidas
As vendas pelas construtoras que atuam no segmento nunca estiveram tão altas. No caso da MRV, que lidera com folga o segmento, recordes históricos foram quebrados em 2024. Em vendas líquidas, a MRV Incorporação alcançou a marca de R$10 bilhões, representando um crescimento de 17,4% em relação a 2023 e de 70,3% comparado a 2022.

Foram quase 40 mil unidades vendidas. Em sua atuação no setor, a construtora já entregou mais de 500 mil chaves em 45 anos de história e ajudou mais 1,5 milhão de brasileiros a realizarem o sonho da casa própria. Em 2024, cerca de 90% das vendas líquidas da companhia ocorrem via programa MCMV.

ENTREGADORES DE APLICATIVOS ANUNCIAM GREVE PARA HOJE EM TODO BRASIL

Entregadores de aplicativos de entrega de comida e outros serviços anunciaram uma paralisação de dois dias, entre essa segunda-feira (31) e a próxima terça-feira (1), em todo o Brasil.

O movimento, denominado “Breque dos APPs”, é liderado por entregadores em São Paulo e conta com o apoio do Movimento VAT-SP e da Minha Sampa.

Os entregadores exigem um pagamento mínimo de R$ 10 por entrega e R$ 2,50 por quilômetro rodado, limites de 3 quilômetros para entregas com bicicletas e o fim do agrupamento de corridas sem a devida compensação financeira.

Os entregadores argumentam que o modelo de trabalho atual é precarizado e explora o cansaço dos trabalhadores, destacando a semelhança entre suas condições e as de outros trabalhadores, como os familiares que enfrentam longas jornadas CLT, especialmente as mulheres.

O Movimento VAT-SP convocou um ato para o dia 1º de maio, na Avenida Paulista, com foco no fim da escala 6×1 e na busca por uma vida além do trabalho. Para o dia 2 de maio, está prevista uma greve geral, chamada de “feriadão”, com o objetivo de pressionar por mudanças nas condições de trabalho.

A Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que representa empresas como 99, iFood e Uber, informou que respeita o direito de manifestação e mantém canais de diálogo com os entregadores.

A associação também divulgou dados do Cebrap, que apontam um aumento de 5% na renda média dos entregadores entre 2023 e 2024, atingindo R$ 31,33 por hora trabalhada.

“A Amobitec defende a regulamentação do trabalho por aplicativos, visando a proteção social dos trabalhadores e a segurança jurídica das atividades. A paralisação dos entregadores pode causar atrasos e transtornos nos serviços de entrega em São Paulo”, completa a nota.

A adesão a greve é difícil de ser rastreada já que trata-se de um trabalho autonômo. A CNN entrou em contato com os aplicativos para saber se houve registro de falta de entregadores.

O iFood respondeu que, até o momento, não registrou nenhum impacto em suas operações.

Fonte: CNN Brasil